O coletivo Canto Geral é formado por estudantes de psicologia implicados com a formação (im)posta na universidade. Nos reconhecemos como grupo político e como militantes atuantes para além dos muros da UFPB.
Canto Geral! nossas inspirações
O que é canto Geral?
sábado, 3 de abril de 2010
CinePsi apresenta ABRIL VERMELHO
O ABRIL VERMELHO foi criado, pelo Movimento dos trabalhadores rurais Sem Terra, como forma de denunciar a desigualdade da questão da terra.
Após uma violenta repressão da polícia, no Massacre de Eldorado dos Carajás, que culminou da morte de 22 pessoas em 1996 em Belém, a situação desigual no campo ficou realmente exposta. Dessa forma, todo mês de Abril, o MST intensifica suas ações, ocupando terras improdutivas e/ou passíveis de reforma. Dá-se o nome de Abril Vermelho a esta movimentação.
O filme dessa Quarta (dia 07/04) será Narradores de Javé.
segunda-feira, 29 de março de 2010
CinePsi apresenta A Bela Junie | nesta quarta (31.03) | 12h | sala 07 da Clínica de Psicologia da UFPB

A BELA JUNIE
Sinopse: Junie (Léa Seydoux) é uma garota de 16 anos que se mudou após a morte de sua mãe. Ela passa a estudar na mesma turma que seu primo Matthias (Esteban Carvajal-Alegria) , que a apresenta aos demais colegas. Todos os garotos logo desejam sair com June, mas ela escolhe o mais calado de todos, Otto Clèves (Grégoire Leprince-Ringuet) . Porém logo Junie descobre o grande amor de sua vida: Nemours (Louis Garrel), seu professor de italiano.
Direção: Christophe Honoré Duração: 90 min
Reunião Presencial do Encontro Regional de Estudantes de Psicologia N/Ne | 18 a 20 de abril de 2010 | na UEPB (Campina Grande)

Nos dias 18, 19 e 20 de abril de 2010, será realizada reunião presencial do EREP N/NE. esta como objetivo planejar o VI EREP N/NE que acontecerá em outubro na Bahia.
Mais informações com Roberta Trindade e Rayanne Chagas ou no email coletivocantogeral@yahoogrupos.com.br; erepnone@yahoogrupos.com.br
PRTICIPE!
domingo, 28 de março de 2010
Vem aí a III Semana da Luta Antimanicomial | 18 a 20 de maio de 2010
modelo de tratamento psiquiátrico hegemônico, de encarceramento e exclusão social das pessoas acometidas por transtornos mentais. Caminha-se no sentido de eliminar ou, ao menos, diminuir as internações em hospitais psiquiátricos, sob a perspectiva de um tratamento humanizado e que busque a ressocialização desse sujeito e a potencialização de suas capacidades. Hoje, através do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), que são unidades de serviço comunitário abertos, se realiza esse trabalho em rede, garantindo ao doente mental o respeito a seus direitos e a sua individualidade.
É nesse sentido que o Coletivo Canto Geral pretende realizar a III Semana da Luta Antimanicomial, comemorando o dia 18 de Maio (Dia Nacional da Luta Antimanicomial) e construindo espaços em que @s estudantes possam refletir e dialogar em torno das práticas em saúde mental, das concepções hegemônicas de “doença mental”/loucura” e o olhar que a nossa formação “acadêmica” tem direcionado a essas questões.
Por Cristiane Barbosa
CinePsi - Toda quarta-feira | 12h | Clínica de Psicologia - UFPB
O “CinePsi” foi criado para funcionar como um espaço de formação fora da sala de aula, com o objetivo de levantar alguns questionamentos e reflexões sobre assuntos que permeiam tanto o campo da Psicologia como o do cinema, buscando a relação/diálogo que a arte cinematográfica pode travar com a realidade vivida no mundo. Entendemos que ver filmes é uma prática social tão importante quanto a leitura de obras literárias ou filosóficas, atuando na formação geral das pessoas. A partir de tal experiência, que teve seu início em Abril de 2007 na própria universidade, pudemos perceber que os debates organizados após cada sessão proporcionavam para @s estudantes uma nova relação com a experiência do assistir filmes, elevando as possibilidades de diálogo e de intervenção nos espaços em que vivem.
Por Pedro Felipe
O Ato Médico nos ata!
Não se pode deixar a cargo do médico e médicas a tarefa de decidir sobre o tratamento e cuidados em saúde. Ao definir o diagnóstico nosológico como prática exclusiva da profissão da medicina, coloca em risco a acessibilidade e realização de diagnóstico por outros profissionais de saúde, retirando a autonomia desses profissionais, subordinando suas ações ao médico, principalmente, diante de práticas mais emergenciais como consultas ou atendimentos terapêuticos.
Desta forma, os direitos conquistados por essas profissões do exercício daquilo que se dedicaram a estudar e que comprometeram a realizar vêem-se subjugado ao poder médico, que dará o veredito final sobre o que pode ou não ser feito no processo de cuidado com a saúde.
Entendemos que, muito além dos interesses das/dos profissionais que serão atingidos, deve se defender também os direitos da população, principalmente da classe trabalhadora, que é sempre deixada à margem nessa sociedade excludente. A nossa luta é a favor do acesso universal no sistema de saúde, com atendimento qualificado e condições estruturais de funcionamento adequadas para benefício da saúde como garantias básicas para o cidadão que mais necessita de tais políticas públicas.
Convocamos as estudantes e os estudantes, bem como as/os profissionais e toda a população para permanecerem na luta em defesa da autonomia das e dos trabalhadores da área de saúde e, principalmente, pelo compromisso que devemos à sociedade. Acreditamos também na importância da mobilização da classe trabalhadora, pois são estes que mais serão atingidos por essa crescente precarização da saúde pública.